OUT.FEST

“O mais importante festival de música exploratória e experimental do País”
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"Um outro mundo no Barreiro"
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OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro13 hours ago
𝗥𝗶𝘁𝗮 𝗦𝗶𝗹𝘃𝗮 & 𝗠𝗯𝘆𝗲 𝗘𝗯𝗿𝗶𝗺𝗮 | OUT.FEST 2026

Da intersecção entre o som electrónico dos sintetizadores modulares de Rita Silva e o naturalismo da kora de Mbye Ebrima surge este encontro, já com alguns anos de prática, entre a tradição ocidental do minimalismo e o legado melódico da África Ocidental. Feito raro, se não mesmo único, por estes lados, traduzido numa música que quebra barreiras estilísticas e geográficas em acerto simbiótico. Rita Silva, de regresso ao OUT.FEST após actuação a solo em 2023, tem vindo a afirmar-se como uma das figuras mais interessantes a operar no sobrelotado mundo da composição e da improvisação em sintetizadores modulares, numa continuidade com o trabalho pioneiro de Delia Derbyshire ou Laurie Spiegel. Natural da Gâmbia e a residir em Lisboa faz mais de uma década, Mbye Ebrima é um afincado conhecedor e divulgador da história mandinga-kaabunké, invocando para a kora e voz toda uma riqueza histórica que o levou já a colaborar com nomes como Kimi Djabaté ou Selma Uamusse.

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From the intersection of Rita Silva’s modular synthesiser electronics and the naturalism of Mbye Ebrima’s kora emerges a meeting, already years in the making, between the Western tradition of minimalism and the melodic legacy of West Africa. A rare, if not singular, occurrence in these parts, translated into a music that breaks stylistic and geographic boundaries through a finely tuned symbiosis. Rita Silva, returning to OUT.FEST after a solo appearance in 2023, has been establishing herself as one of the most compelling Portuguese musicians working within the crowded field of modular synthesis composition and improvisation, in continuity with the pioneering work of Delia Derbyshire and Laurie Spiegel. Mbye Ebrima, originally from The Gambia and based in Lisbon for over a decade, is a dedicated practitioner and advocate of the Mandinka-Kaabunké tradition, drawing on the kora and voice to summon a deep historical richness that has led him to collaborate with artists such as Kimi Djabaté and Selma Uamusse.
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro3 days ago
𝗡𝗶𝗸𝗡𝗮𝗸 | OUT.FEST 2026

Produtora, improvisadora, turntablist e DJ oriunda de Leeds, NikNak assume o legado sónico e espiritual Afrofuturista - de Sun Ra, a 'Black Secret Technology' a Flying Lotus - como catalisador para a possibilidade um outro mundo (ainda) imaginário. Através de uma justaposição de elementos do jazz, do jungle ou do experimentalismo, NikNak cria uma ficção sónica onde a distopia destes tempos se deixa atravessar por rasgos de esperança, num acto criador que parte da consciência do real para imaginar o futuro. Primeira giradisquista negra a ganhar o reputado prémio Oram, tem tido trabalho reverenciado em publicações como a Wire ou a DJ Mag. E com total razão.

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Producer, improviser, turntablist and DJ from Leeds, NikNak embraces the sonic and spiritual legacy of Afrofuturism, from Sun Ra to ‘Black Secret Technology’ and Flying Lotus, as a catalyst for imagining other worlds still waiting to be realised. Through a fluid interplay of jazz, jungle and experimental music, she constructs sonic fictions in which the dystopian realities of the present are pierced by flashes of hope. Grounded in an acute awareness of the world as it is, her work remains committed to the act of imagining what might yet come next.
The first Black turntablist to receive the prestigious Oram Award, NikNak has earned acclaim from publications such as The Wire and DJ Mag. For good reason.
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro3 days ago
𝗣𝗮𝗿𝗰𝗲𝗿𝗶𝗮 𝗢𝗨𝗧.𝗙𝗘𝗦𝗧 𝗲 𝗟𝗶𝘃𝗶𝗻𝗴 𝗟𝗼𝘂𝗻𝗴𝗲 𝗛𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹

À procura de um sítio para ficar durante o festival?

O OUT.FEST une-se de novo ao Living Lounge Hostel (no centro de Lisboa, a apenas 5min a pé da estação fluvial que vos traz ao Barreiro) para oferecer ao nosso público descontos nas estadias durante a visita ao festival. Como resultado desta parceria, poderão beneficiar das seguintes condições:

* Desconto de 15% em todos os tipos de quartos, com a condição de uma estadia mínima de 2 noites, que inclui o pequeno-almoço.
* As reservas devem ser feitas diretamente por e-mail, e a confirmação oficial será emitida após o pagamento da primeira noite.
* As reservas podem ser reembolsadas integralmente se forem canceladas com pelo menos 48 horas de antecedência.

Para reservas e informações adicionais: info@livingloungehostel.com

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𝗢𝗨𝗧.𝗙𝗘𝗦𝗧 𝗣𝗮𝗿𝘁𝗻𝗲𝗿𝘀𝗵𝗶𝗽 𝘄𝗶𝘁𝗵 𝗟𝗶𝘃𝗶𝗻𝗴 𝗟𝗼𝘂𝗻𝗴𝗲 𝗛𝗼𝘀𝘁𝗲𝗹

Looking for a place to stay during the festival?

OUT.FEST once again teams up with Living Lounge Hostel (in Lisbon’s city centre, a mere 5min walk to the ferry terminal that takes you to Barreiro), to offer our audience discounts on accommodations during their visit to the festival. As a result of this partnership, you can benefit from the following conditions:

* 15% discount on all types of rooms, with the requirement of a minimum 2-night stay, which includes breakfast.
* Reservations must be made directly via email, and official confirmation will be issued after the payment of the first night.
* Reservations can be fully refunded if canceled with at least 48 hours’ notice.

For reservations and additional information: info@livingloungehostel.com
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro5 days ago
𝗘𝗻𝗴𝗿𝗲𝗻𝗮𝗴𝗲𝗺 𝗡𝗲𝗰𝗿𝗼𝗳𝗶𝗹𝗶𝗮 | OUT.FEST 2026

Auto-descrita como "muralha de barulho ríspido das profundezas da freguesia de Benfica" esta entidade solitária leva a peito esse mesmo manifesto numa barragem sensorial absoluta pouco vista nos meandros do noise por estes lados. Recorrendo a um manancial de pedais, um sintetizador Lyra-8, lata com pregos e uma "noise box", Engrenagem Necrofilia levanta torrentes de ruído bruto que se sucedem num jogo de tensão e release simultâneos em linha com as camadas de Aaron Dilloway nos seus momentos mais irascíveis, diversas encarnações de Richard Ramirez ou o abandono queer de Pedestrian Deposit. 'Solder Sucker', deixado no Bandcamp no Verão de 2025, abre uma janela para tudo isso, mas é no impacto in loco que esta honestidade bruta e física se revela em performance alucinatória.

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Self-described as a “wall of abrasive noise from the depths of Benfica parish”, this solitary entity fully inhabits its own manifesto, delivering a sensory onslaught rarely encountered within the local noise underground. Armed with an arsenal of pedals, a Lyra-8 synthesizer, a tin can filled with nails and a homemade noise box, Engrenagem Necrofilia unleashes torrents of raw sound that unfold through a constant interplay of tension and release, recalling, at its most ferocious, the layered intensity of Aaron Dilloway, various incarnations of Richard Ramirez, or the queer abandon of Pedestrian Deposit. ‘Solder Sucker’, quietly deposited on Bandcamp in the summer of 2025, offers a glimpse into this world, but it is through the physical impact of a live performance that its raw honesty truly reveals itself, in a hallucinatory display of sound and presence.
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro6 days ago
𝗝𝗝𝗝𝗝𝗝𝗲𝗿𝗼𝗺𝗲 𝗘𝗹𝗹𝗶𝘀 | OUT.FEST 2026

Compositor, produtor, escritor e multi-instrumentista "orgulhosamente gago" - o que explica a aliteração do seu nome artístico -, JJJJJerome Ellis acolheu com a sua estreia em 2021 - ‘The Clearing’ - os mais rasgados elogios. Lançado em simultâneo com um livro do mesmo nome, 'The Clearing' questionava nesse díptico de som e escrita a existência de um tempo linear partindo da sua própria experiência pessoal, num processo de auto-descoberta libertador onde a memória do jazz que ecoa nos sopros e no piano em diálogo com texturas electrónicas ou batidas de inspiração hip-hop projecta um mapa referencial histórico vivo de rebelião negra. Reflexão de todo um mundo de possibilidades continuado já no ano transacto com 'Vesper Sparrow' na Shelter Press, audição obrigatória para todos os que valorizam o levitar.

[Concerto no âmbito do projecto tekhnē, co-financiado pela União Europeia]

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Composer, producer, writer and multi-instrumentalist, and, in their own words, a “proud stutterer” (a trait reflected in the spelling of their artistic name), JJJJJerome Ellis received widespread acclaim with the release of their 2021 debut, ‘The Clearing’. Published alongside a book of the same name, ‘The Clearing’ used this diptych of sound and writing to question the very notion of linear time through Ellis's own lived experience. The result was a liberating process of self-discovery, in which echoes of jazz, resonating through horns and piano in dialogue with electronic textures and hip-hop-inflected rhythms, chart a living historical map of Black resistance and rebellion. This exploration of an entire world of possibilities continued last year with ‘Vesper Sparrow’, released by Shelter Press, and an essential listening for those who appreciate the art of levitation.

[Concert presented within the scope of the tekhnē project, co-funded by the European Union]

📷 Annie Forrest
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro
OUT.FEST - Festival Internacional de Música Exploratória do Barreiro1 week ago
𝗠𝗲𝗴𝗮𝗯𝗮𝘀𝘀𝗲 | OUT.FEST 2026

Normalmente associada aos excessos rock de Jimmy Page ou à memória nefasta do solo interminável da 'Hotel California', a guitarra eléctrica de dois braços tem nas mãos de Pierre Bujeau um portal para fora dessas convenções balofas e fálicas. Membro de Omertà e Tans Mein Herz, Bujeau tem em Megabasse o seu veículo solitário para longas e hipnóticas digressões pelas cordas do instrumento, espraiando um minimalismo melódico que se vai revolvendo numa "orquestra" de ressonâncias e harmónicos, evocativas dos sinos e reverberações de catedrais, numa espécie de liturgia psicotrópica e secular, com todo o espaço e tempo para existir e nos deixar levar na sua corrente.

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Usually tied to the rock excesses of Jimmy Page or the unfortunate memory of the endless solo in “Hotel California”, the double-neck electric guitar becomes, in the hands of Pierre Bujeau, a portal out of those bloated, phallic conventions. A member of Omertà and Tans Mein Herz, Bujeau uses Megabasse as a solitary vehicle for long, hypnotic traversals across the instrument’s strings, unfolding a melodic minimalism that gradually turns in on itself as an “orchestra” of resonances and harmonics – echoing bells and cathedral reverberations, a kind of secular, psychotropic liturgy with all the time and space it needs to exist, and to carry us along in its current.

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